Esta condição aumenta em até 50 por cento a probabilidade de sofrerem de desnutrição aguda. Segundo a Unicef, a situação é particularmente grave quando as crianças consomem no máximo dois dos oito grupos alimentares definidos, muitas vezes limitando-se a leite materno ou leite e alimentos básicos ricos em amido. A falta de acesso a frutas, vegetais e alimentos ricos em nutrientes como ovos, peixe, aves ou carne é uma realidade para a maioria dessas crianças. Dos 181 milhões de crianças afectadas, 65 por cento residem em apenas 20 países, com a maior parte localizada no sul da Ásia e na África Subsariana. Em regiões como a Somália e a Faixa de Gaza, a situação é particularmente crítica, com uma grande percentagem de crianças a viverem em condições de extrema pobreza alimentar, refere o relatório.

Fonte : Folha de Maputo

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