Mbanda Henning disse que soube que o valor já tinha sido transferido para a sua conta, porque a sua irmã a informou de tal. “Não me importei com a origem, porque só queria ver o meu dinheiro reflectido na conta. Nunca me interessei em fazer alguma questão sobre isso”, argumentou.O Ministério Público quis saber que provas a ré tem, que provam que o projecto de construção das 10 casas pertence à sua irmã Ângela Leão. Mbanda Henning disse que a documentação de passagem do projecto e o empréstimo, que a co-ré pediu na banca, podem servir de prova.O juiz Efigénio Baptista recomendou a ré Mbanda Henning a reunir todos os documentos bancários em sua posse, para sustentar a proveniência dos fundos pagos na aquisição das benfeitorias do bairro Costa do Sol e que deu origem ao condomínio de Ângela Leão.A ré não respondeu a uma única questão formulada pelo Ministério Público, alegando que a resposta podia ferir algumas sensibilidades, por serem do fórum familiar. Confirmou ainda ter acolhido em sua residência uma reunião de negócios sobre o projecto do condomínio das 10 casas entre a Ângela Leão e Sidónio Sitoe, empreiteiros da obra.Mbanda negou ainda conhecer o co-réu Fabião Salvador Mabunda, nem a empresa M Moçambique Construções.

Fonte: Folha de Maputo

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