Está a ser minimizada a escassez de gás nalguns pontos da cidade de Maputo e os revendedores dizem que o problema está a ser ultrapassado, embora ainda de forma tímida.

Eram 11h20min desta quinta-feira quando o ponto de venda de gás, localizado próximo à praça da OMM, recebia o descarregamento de 200 botijas, algo que não acontecia há muito tempo.

Segundo o gerente, Rodrigo Chin, “Desde ontem, estamos a receber quantidades razoáveis; ontem passamos o dia todo a vender e, das botijas que recebemos, sobraram algumas e terminámos a venda esta manhã e, ainda hoje, a previsão é recebermos mais botijas ao fim dia”.

O gerente diz, ainda, que, há semanas, a média recebida era de 100 botijas ou menos que acabavam em cerca de 30 minutos por conta da procura.

“A situação é satisfatória, não só para nós como comerciantes, mas também para os clientes que, vezes sem conta, vinham a este local à procura de gás, mas sem sucesso”, contou.

Chin diz que não conhecia as justificações exactas sobre o motivo da escassez, porque recebe o combustível através dos distribuidores da GALP.

Já no bairro Polana Caniço, Julião Jorito, outro revendedor, revelou que, depois de ter ficado duas semanas sem receber o combustível, na terça-feira o cenário mudou, entretanto o gás já não é fornecido nas mesmas quantidades.

“Esta semana está muito melhor. Na terça-feira, recebemos 75 botijas, ontem 25 e hoje 50, mas acabaram em 30 minutos; isso é muito pouco, mas melhor que nada”, disse o revendedor que, antes da crise, conseguia vender mais de 300 botijas por dia.

Na segunda-feira, o Governo prometeu que, até quarta-feira, o problema ficaria para história no Grande Maputo, promessa que parece estar a ser cumprida.

Fonte:O País

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