MAIS um efectivo de prestadores do Serviço Cívico terminou semana passada, em Montepuez, província de Cabo Delgado, uma formação militar. O acto de juramento da bandeira foi testemunhado pelo ministro da Defesa Nacional, Atanásio Salvador M’tumuke.

Trata-se do V efectivo formado no país e neste centro de instrução militar. Durante a formação, os prestadores do Serviço Cívico foram dotados de competências para saber fazer, estimulados a valorizar a consciência e a construção de valores cívico patriótico.

Os jovens que ingressam no ramo de prestadores do Serviço Cívico são formados em vários ramos de especialidade, desde agricultura, electricidade, carpintaria, entre outros.

Falando no encerramento do curso, o ministro Salvador M’tumuke aconselhou o Comando do Serviço Civico de Moçambique a alargar o número de formandos, particularmente na especialidade de agro-pecuária. 

M’tumuke sustentou que a especialidade de agro-pecuária ajudaráa formar extensionistas capazes de transmitir técnicas agrárias aos camponeses e garantir maior produtividade nos centros de produção e nas diversas unidades militares, onde se ressente de falta de potencial humano especializado.

O ministro ressalvou que na selecção dos jovens, não se deve descurar a vocação de cada um, pois o que se pretende éver prestadores com vontade de aprender e ter a capacidade de inovar as técnicas agrícolas e outras já existentes, de forma a servir melhor as comunidades rurais.

O governante apelou aos finalistas maior empenho e dedicação na fase de especialização que se segue, para que possam explorar os conteúdos técnicos que serão ministrados, os quais irão complementar os conhecimentos adquiridos, para serem verdadeiros empreendedores, o que lhes serviráde bases para a sua reintegração social.

“O juramento de bandeira que acabam de prestar, não éuma mera formalidade. Cada palavra e cada frase por vos proferida se traduzem no vosso comprometimento de consagrar as vossas energias para o bem do país, o que significa que os interesses pessoais não devem em nenhum momento suplantar os interesses da instituição de defesa e da nação”, apelou M’tumuke.

Disse, por outro lado, que as instituições e a comunidade em geral devem encarar o prestador cívico como um compatriota determinado em tudo fazer para enfrentar os desafios que a conjuntura sócio-económica e a vida quotidiana impõem, no que tange à produção de alimentos.

Na ocasião, o director provincial da Justiça, Assuntos Constitucionais e Religiosos, que representou o Governador no acto, disse que o curso de prestadores cívicos termina numa altura em que Cabo Delgado estáa ser confrontado com acções de banditismo protagonizado por homens armados com ligações ao radicalismo islâmico.

“Continuaremos, de forma enérgica, a fazer esforços para estancar as acções criminosas e bárbaras que põem em causa a unidade nacional e a paz. Estes jovens que terminam o curso hoje são oriundo de várias partes de Moçambique, o que significa unidade nacional que o povo moçambicano sempre almejou. Por isso, não pouparemos esforços para estancar o banditismo na região norte de Cabo Delgado”, afirmou o responsável.

Na cerimónia, alguns finalistas que se evidenciaram nos treinos e técnicas de manuseamento do equipamento militar receberam vários prémios, entre telemóveis e outros. O evento foi abrilhantado por danças tradicionais de quase todo o país, típicas das regiões donde os graduados são oriundos.

Prestadores cívicos prestam juramento

MAIS um efectivo de prestadores do Serviço Cívico terminou semana passada, em Montepuez, província de Cabo Delgado, uma formação militar. O acto de juramento da bandeira foi testemunhado pelo ministro da Defesa Nacional, Atanásio Salvador M’tumuke.

Trata-se do V efectivo formado no país e neste centro de instrução militar. Durante a formação, os prestadores do Serviço Cívico foram dotados de competências para saber fazer, estimulados a valorizar a consciência e a construção de valores cívico patriótico.

Os jovens que ingressam no ramo de prestadores do Serviço Cívico são formados em vários ramos de especialidade, desde agricultura, electricidade, carpintaria, entre outros.

Falando no encerramento do curso, o ministro Salvador M’tumuke aconselhou o Comando do Serviço Civico de Moçambique a alargar o número de formandos, particularmente na especialidade de agro-pecuária. 

M’tumuke sustentou que a especialidade de agro-pecuária ajudaráa formar extensionistas capazes de transmitir técnicas agrárias aos camponeses e garantir maior produtividade nos centros de produção e nas diversas unidades militares, onde se ressente de falta de potencial humano especializado.

O ministro ressalvou que na selecção dos jovens, não se deve descurar a vocação de cada um, pois o que se pretende éver prestadores com vontade de aprender e ter a capacidade de inovar as técnicas agrícolas e outras já existentes, de forma a servir melhor as comunidades rurais.

O governante apelou aos finalistas maior empenho e dedicação na fase de especialização que se segue, para que possam explorar os conteúdos técnicos que serão ministrados, os quais irão complementar os conhecimentos adquiridos, para serem verdadeiros empreendedores, o que lhes serviráde bases para a sua reintegração social.

“O juramento de bandeira que acabam de prestar, não éuma mera formalidade. Cada palavra e cada frase por vos proferida se traduzem no vosso comprometimento de consagrar as vossas energias para o bem do país, o que significa que os interesses pessoais não devem em nenhum momento suplantar os interesses da instituição de defesa e da nação”, apelou M’tumuke.

Disse, por outro lado, que as instituições e a comunidade em geral devem encarar o prestador cívico como um compatriota determinado em tudo fazer para enfrentar os desafios que a conjuntura sócio-económica e a vida quotidiana impõem, no que tange à produção de alimentos.

Na ocasião, o director provincial da Justiça, Assuntos Constitucionais e Religiosos, que representou o Governador no acto, disse que o curso de prestadores cívicos termina numa altura em que Cabo Delgado estáa ser confrontado com acções de banditismo protagonizado por homens armados com ligações ao radicalismo islâmico.

“Continuaremos, de forma enérgica, a fazer esforços para estancar as acções criminosas e bárbaras que põem em causa a unidade nacional e a paz. Estes jovens que terminam o curso hoje são oriundo de várias partes de Moçambique, o que significa unidade nacional que o povo moçambicano sempre almejou. Por isso, não pouparemos esforços para estancar o banditismo na região norte de Cabo Delgado”, afirmou o responsável.

Na cerimónia, alguns finalistas que se evidenciaram nos treinos e técnicas de manuseamento do equipamento militar receberam vários prémios, entre telemóveis e outros. O evento foi abrilhantado por danças tradicionais de quase todo o país, típicas das regiões donde os graduados são oriundos.

Fonte:http://www.jornalnoticias.co.mz/index.php/politica/74621-prestadores-civicos-prestam-juramento.html

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