Ronda aponta que, na referida lei, se deve ter em conta o agravamento das molduras penais tanto para as tentativas como para execução dos raptos como forma de desencorajar a prática, que acontece muitas vezes à luz do dia e perante a vista de todos.O dirigente falava, ontem, na abertura da décima reunião da procuradoria-geral da República e do Serviço Nacional de Investigação Criminal, onde referiu que o encontro deverá servir para as partes reflectirem sobre a proposta por si apresentada.Além de falar dos raptos, Ronda falou da luta contra a criminalidade organizada e transnacional, que disse passar por uma maior coordenação da investigação e instrução preparatória de processos crime.“Por isso, convidamos aos profissionais aqui presentes a pautarem pelo sigilo profissional, rigor no respeito da legalidade, a imparcialidade, apartidarismo, isenção, objectividade, igualdade de tratamento, respeito aos direitos humanos, justiça, integridade e honestidade visando prestar melhores serviços ao cidadão e a nossa sociedade repudiando de forma veemente qualquer acto de corrupção”, disse.Para o segundo dia da reunião, hoje, se pretende, também, encontrar de forma conjunta formas de acabar com o terrorismo e seu financiamento, raptos, trafico de drogas, corrupção e branqueamento de capitais conforme explicou a Procuradora-Geral da República, Beatriz Buchili, ontem, o encontro tem duração de três dias.

Fonte: Folha de Maputo

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