A ENTRADA de operadores estrangeiros no negócio de metais velhos, numa relação directa com recolectores primários nas comunidades, ameaça a falência de sucateiras e fundições nacionais.

A Associação de Sucateiros de Moçambique, que congrega empresas dedicadas à recolha de metais velhos, borracha e plástico, nas cidades de Maputo e Matola, queixa-se da existência de operadores  ilegais, nacionais e  estrangeiros no negócio do material velho, com destaque para ferro, aço, cobre, alumínio, zinco, magnésio e outros.

Alegam que os estrangeiros, em colaboração com nacionais não afiliadas à associação, montaram um esquema de compra nos bairros para posterior exportar sem passar pelas empresas oficialmente autorizadas.

Rui Paulino, presidente da agremiação de sucateiros, disse que este acto põe em causa a estabilidade do negócio praticado pelas firmas licenciadas, visto que os fornecedores primários, que recolhem materiais nos bairros, são aliciados com valores altos e desviados pelos operadores clandestinos.

Disse que as sucateiras tendem a perder o mercado a favor dos clandestinos, o que concorre para a falência das empresas associadas e do encerramento de fundições. Leia mais

Fonte:Jornal Notícias

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