O escritor Moçambicano Mia Couto diz que as instituições dedicadas à área financeira têm que ter a componente social e contribuir para o impulsionamento da cultura e artes. O escritor defendeu seu posicionamento, na última sexta-feira, durante uma conversa intimista com o Nedbank Moçambique.

A conversa não serviu apenas para fazer perguntas, mas também colocar pensamentos. O escritor Moçambicano Mia Couto falou sobre a outra forma de ver o dinheiro, um dos temas escolhidos para o debate, onde desafiou as instituições financeiras a contribuírem para a cultura.

“Essas instituições que se dedicam aos negócios, tem que ter esta componente humana e estar disponíveis a abertura para a arte e cultura”, disse.

A conversa teve dois temas, a forma de ver o dinheiro e o seu último livro, lançado recentemente o “Caçador de elefantes invisíveis”.

Fonte:O País

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