Published On: Mon, Jun 29th, 2020

Mesmo com Covid-19: Taurai Tsama garante cobrar 66.8 mil milhões de Meticais de receita fiscal em 2020

O novo Director-geral das Alfândegas, Taurai Tsama, compromete-se a cobrar, este ano, 66.8 mil milhões de Meticais em impostos aduaneiros para o cofre do Estado, mesmo com a crise provocada pela Covid-19 que sufoca, em grande medida, a economia. Os 66.8 mil milhões de Meticais constituem o valor que a Direcção-geral das Alfândegas deve cobrar em impostos e se enquadram nos 261,90 mil milhões de Meticais em receitas de diversos impostos ao Estado que a Autoridade Tributária de Moçambique prevê cobrar neste 2020.

 

O comprometimento de Tsama é um dos primeiros pronunciamentos públicos, 14 dias após a sua tomada de posse perante o Ministro da Economia e Finanças (governante que o desafiou a maximizar a cobrança de receitas ao Estado), a 09 de Junho corrente e aconteceu à margem de uma visita à província do Niassa.

 

“Dados indicam que a área aduaneira vai atingir as metas, pese embora estejamos a enfrentar essa situação da Covid-19, de que todo o mundo se ressentiu e Moçambique não é excepção. Também nos ressentimos do ponto de vista da circulação de mercadorias no território nacional, mas tenho essa indicação de que na área aduaneira a meta vai ser atingida”, garantiu Tsama, citado pela Rádio Moçambique.

 

Para a materialização desse desiderato, o novo homem forte das Alfândegas de Moçambique assegurou que a Direcção já intensificou o controlo de saída e entrada de bens em postos transfronteiriços de todo o país.

 

Sete dias depois de ser nomeado, Tsama escalou a província de Inhambane. De entre vários pontos, visitou o posto de fiscalização do rio Save. De seguida, deslocou-se às Províncias de Gaza, Niassa e até este fim-de-semana se encontrava em Nampula. De entre várias actividades, “primeiro, queremos fazer a interacção junto dos colegas para podermos saber como é que estão e juntos procurarmos encontrar soluções e aferirmos o cumprimento das orientações do Chefe do Estado, com relação ao Decreto Presidencial e, seguidamente, procurarmos verificar aquilo que é a nossa missão primária, que é a arrecadação da receita”, afirmou à estação radiofónica pública do país. (Evaristo Chilingue)

Fonte: Carta de Moçambique

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