O Porto de Quelimane continua a não receber cargas mesmo com todas as condições criadas para o efeito, o que compromete, segundo a Autoridade Tributária, a colecta de receita interna para o Estado.

Desde que parou o processo de exportação da madeira em touro, há sensível 4 anos, devido aos custos operacionais no manuseamento de cargas, por um lado, e, por outro, ao facto do Porto de Quelimane não ser de águas profundas, os navios de grande escalão não passam por Quelimane. Estes e outros factos estão a contribuir, negativamente, para a colecta de receitas por parte da Autoridade Tributária.

De acordo com o delegado provincial da Autoridade Tributária da Zambézia, Ambrósio Orrubale, já há muito tempo que o Porto não está a operar nos moldes desejados. “Antes tínhamos exportações de madeira, mas, com a lei que proíbe a exportação em touro, tudo parou. Se tivéssemos o Porto funcional, sem dúvidas seria um valor adicional para o nosso Estado”, disse.

“Veja que as metas já foram estabelecidas para a delegação. Quando olhamos para os impostos externos, sem mercadoria vindas de outros cantos, não teremos o que cobrar, por isso estamos mais empenhados na fiscalização”.

Fonte:O País

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