ALGUMAS unidades sanitárias do país viram-se obrigadas a remarcar as consultas de pacientes externos programadas para ontem, face à greve dos médicos decorrente da insatisfação da aplicação da Tabela Salarial Única (TSU).

A título de exemplo, os hospitais gerais de Mavalane e José Macamo, bem como o Central de Maputo, na cidade de Maputo, tiveram alguns departamentos encerrados devido à falta de médicos, pelo que reagendaram as consultas dos utentes.

O ministro da saúde, Armindo Tiago, disse à margem da III Reunião do Comité Consultivo Técnico Regional do CDC África para África Austral, que o Governo recebeu o pré-aviso da Associação Médica de Moçambique (AMM) e manteve negociações com a organização.

“Como Governo, entendemos que fizemos a nossa parte e o nosso lema é que nas negociações todos devem ganhar. Se mesmo assim a associação convocou a greve, o nosso papel é continuar a garantir a prestação de serviços, é o que vamos fazer”, disse. 

Refira-se que a paralisação resulta do alegado incumprimento das promessas feitas no contexto da Tabela Salarial Única.

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Fonte:Jornal Notícias

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