MAPUTO- Danilo Liasse, porta-voz da direcção, citado pelo jornal O País, esclareceu que este processo irá observar os estatutos do Grupo Desportivo Maputo. O dirigente disse que os adeptos têm direito a manifestar-se, pelo que não há outro caminho senão mesmo fazer as suas vontades.No entanto, refutou as acusações sobre a venda do campo de Bobole, no distrito de Marracuene, convidado ainda a imprensa a aferir a veracidade dos factos no recinto em referência.De acordo com o O País, esta quarta-feira, três dezenas de adeptos manifestaram-se na sede social do clube, em mais um movimento de pressão para forçar a demissão da direccão.“O Desportivo Maputo está morto! A direcção do clube nada faz. Os jogadores, treinadores e trabalhadores não recebem salários há muito tempo”, disse Gina, membro da claque “alvi-negra”, com a voz embargada.Segundo a fonte que temos vindo a citar, os adeptos acusam a direcção de nada fazer para minimizar os problemas do clube, assim como constituir um entrave para à entrada de parceiros ou patrocinadores.A procissão ainda vai no adro, pois depois da rescisão de Dário Monteiro e anúncio da demissão da direcção, há que gerir atletas que podem evocar justa causa para rescindir contratos por falta de salários.

Fonte: Folha de Maputo

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