A Depressão Tropical “ANA”, que matou, destruiu intra-estruturas e isolou a população no centro e norte do país, já não constitui ameaça para Moçambique, segundo avançou o Centro Nacional de Operações de Emergência (CENOE), acrescentando que se prevê nos próximos dias a diminuição da queda de precipitação.

De acordo com a instituição, ainda decorrem trabalhos de monitoria por se tratar de uma época ciclónica, período em que espera-se a emergência de mais eventos climáticos.

O CENOE diz ainda estar preocupado com a evolução hidrográfica no na bacia do Zambeze, principalmente devido ao volume de água muito elevado proveniente do rio Revúbuè e Chire, sub-bacias da bacia do Zambeze e poderão afetar a mais de 200 mil pessoas nos distritos de Caia e Mutarara, causando “inundações do regime moderado a alto a partir da noite de hoje”.

INGD FALA DE OITO MORTES CONFIRMADAS PELA SAÚDE VÍTIMAS DA “ANA”

Cerca de 20.670 pessoas foram afectadas pela tempestade e chuvas nas províncias do centro e norte do país, e o Instituto Nacional de Gestão e Redução do Risco de Desastres (INGD) fala de oito mortes, confirmadas pela saúde, porém assume a possibilidade de mais óbitos. O administrador de Tete, por exemplo, não está nas estatísticas avançadas pelas autoridades. Embora a tempestade tropical já esteja no Zimbabwe, ainda se prevê chuvas aqui no país que poderão afectar 200 mil pessoas.

Fonte:O País

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