A Presidente da Comissão das Relações Internacionais, Cooperação e Comunidades (CRICC) da Assembleia da República, Catarina Mário Dimande, diz que o Grupo que dirige pretende colher mais informação de forma a influenciar ao Governo na busca de parcerias de cooperação e investimento para melhoraria do ambiente de negócios no país.

Intervindo nesta sexta-feira em Maputo, durante a mesa redonda com as Associações Económicas nacionais, Dimande disse que a CRICC tem estado a interagir com várias associações económicas que trazem preocupações ligadas as questões inerentes as facilidades oferecidas ao empresariado naquilo que diz respeito as importações e exportações, ao reforço de parcerias de cooperação, a atracão de investimentos no país e também as barreiras ilegais enfrentadas pelo empresariado nacional.

Por seu torno, o Presidente da Confederação das Associações Económicas de Moçambique (CTA), Agostinho Vuma, disse que o país é marcado por vários desafios que limitam o crescimento das exportações na integração das empresas nas cadeias de valores regionais.

“O que mais preocupa o sector privado é o facto do custo e o tempo das exportações serem bastante elevados, correspondendo a duas e quatro vezes mais o custo do tempo de importações, respectivamente”, afirmou Vuma, acrescentando que “esta é uma verdade preocupante porque representa um contrassenso sovertendo o sentido do tão almejado desenvolvimento económico.

O Presidente da CTA disse ainda que o papel da CRICC se afigura bastante crucial para situações muito oportunas neste momento, pois “dispõe de instrumentos e mecanismos a nível da Casa Magna para influenciar a política comercial do país.”

No evento desta sexta-feira, que se realizou no âmbito do diálogo permanente entre o Parlamento e as entidades privadas para o reforço do papel da Assembleia da República, tomaram parte, representantes de cerca de 12 Associações Económicas nacionais.

Fonte:O País

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