O NOVO elenco que assumiu, semana passada, a direcção da Comissão Nacional de Eleições (CNE) assegurou estarem criadas condições para cumprir a tarefa e garantir a credibilidade dos próximos pleitos.

Ao tomar posse perante o Presidente da República, Filipe Nyusi, o presidente e os dois vice-presidentes da CNE, nomeadamente, Carlos Matsinhe, Carlos Cauio e Fernando Mazanga, transmitiram ao povo moçambicano a mensagem de que assumiam a missão em estrito cumprimento das leis.

Na ocasião, Filipe Nyusi recomendou maior colaboração entre os membros da direcção e também em relação a todos os 17 membros que fazem parte deste órgão que tem a responsabilidade de organizar e dirigir os processos eleitorais.

Um dos grandes desafios que têm pela frente é a introdução progressiva da descentralização, que depois das autarquias implementadas desde 1998 seguiu-se a fase da governação descentralizada de nível provincial inaugurada no ano passado, o que requer constante adaptação e aperfeiçoamento dos métodos de trabalho.

A CNE tem pela frente as eleições autárquicas de 2023 e as gerais previstas para 2024, com uma particularidade de introduzirem as eleições distritais para completar a descentralização, o que vai precisar de grande envolvimento dos órgãos eleitorais na sua operacionalização. Leia mais

Fonte:Jornal Notícias

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