Depois de dois encontros mantidos ontem e hoje, entre o Ministério da Saúde (MISAU) e as organizações de profissionais de Saúde, nomeadamente a Associação dos Médicos de Moçambique, Ordem dos Médicos de Moçambique, Associação de Enfermeiros e Ordem dos Enfermeiros mais a Associação Moçambicana de Técnicos de Laboratório, o MISAU cedeu e comprometeu-se a:

 

  • Realizar encontros semanais entre as partes;
  • Melhorar a distribuição de equipamento de proteção pessoal para os profissionais de Saúde junto das unidades sanitárias (o equipamento que se aplica aos centros de isolamento será também distribuído a todas as enfermarias que acolham doentes com Covid19);
  • Logo que o país receber a vacina contra o COVID-19, os profissionais de Saúde serão os primeiros a receber as doses; lMISAU está a estudar a aquisição de vacinas, para além do Covax;
  • Dispensar das atividades clínicas profissionais com idade igual ou superior a 55 anos de idade e os portadores de doenças consideradas de risco. Por outro lado, vai também “optimizar as condições para a assistência e internamento dos profissionais de Saúde com Covid-19”.

 

O MISAU comunicou que está a estudar e calcular “mecanismos para a contratação de mais funcionários nacionais e estrangeiros”. E vai também realocar os recursos existentes. E aplicar o teletrabalho, onde for possível.

 

No comunicado conjunto, o MISAU voltou a anunciar o aumento do número de camas para a cidade de Maputo (320), que serão instaladas no Hospital Geral de Mavalane, que já está a receber obras para o efeito. (Carta)

Fonte: Carta de Moçambique

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