Segundo escreve o “Notícias ao Minuto”, o projeto, deverá ser implementado em coordenação com o Alto Comissariado das Nações Unidas para os Refugiados (ACNUR), vai contribuir para o aumento de número de ligações residenciais à rede elétrica nacional e dos níveis de exportação de energia, bem como promover a melhoria da qualidade, indica uma nota conjunta distribuída ontem à comunicação social.”O projeto irá contribuir para o plano do Governo de fornecer eletricidade a todos os cidadãos moçambicanos até 2030, com particular atenção dada aos residentes da província de Nampula, que acolhe pessoas deslocadas devido à violência generalizada no norte de Cabo Delgado, bem como refugiados”, disse Mba Abogo, representante residente do BAD em Moçambique, citado na nota.O documento indica ainda que a ambição é “triplicar as exportações de energia, incorporando mais fontes renováveis, como solar e eólica, e atraindo mais fluxos de investimento, à medida que o fornecimento de energia doméstica e a estabilidade melhoram”.No total, o BAD e o ACNUR esperam que internamente 49 mil pessoas beneficiem de novas ligações com o apoio.O Governo moçambicano pretende atingir dois milhões de novas ligações até 2024, beneficiando mais de 10 milhões de pessoas, elevando de 34% para 64% a população (30 milhões de habitantes) com energia em casa.

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