A Etiópia rejeitou no sábado uma oferta de mediação da União Africana, com as autoridades em Addis Abeba. Na sexta-feira, o bloco da União Africana nomeara os ex-presidentes Joaquim Chissano, de Moçambique, Ellen Johnson Sirleaf, da Libéria, e Kgalema Motlanthe, da África do Sul, como enviados especiais para buscar um cessar-fogo e negociações de mediação.

 

Horas depois que o presidente sul-africano Cyril Ramaphosa, o actual presidente da UA, nomeou três ex-presidentes para mediar no conflito de Tigray, a Etiópia classificou a reportagem sobre as notícias da mediação de “falsas”. “As notícias que circulam de que os enviados estão viajando para a Etiópia para mediar entre o governo federal e os elementos criminoso da TPLF são falsas.”

 

Entretanto, uma publicação digital local, publicou que a Etiópia rejeitara Joaquim Chissano, alegando razões que “Carta de Moçambique” exime-se de reproduzir mas que apenas visam denegrir a imagem do Estadista moçambicano. (Carta)

Fonte: Carta de Moçambique

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